O governo Federal empenhou nesta terça-feira, 27, R$ 1,3 milhão da emenda parlamentar do senador João Capiberibe (PSB), que é parte dos recursos que vão garantir a construção de uma unidade do Hospital de Barretos, em Macapá. A casa de saúde é referência no Brasil no tratamento de pacientes com câncer e em 2015, parte da bancada do Amapá decidiu destinar em torno de R$ 21 milhões em emendas para a obra. A verba será destinada à conta da entidade em São Paulo, que cuidará do empreendimento, faltando apenas o Governo do Amapá garantir o terreno.

 

Atualmente, centenas de pacientes do Amapá buscam atendimentos em Barretos (SP) como é o caso do paciente Rodolfo Pessoa, que esteve em tratamento durante 11 meses. De acordo com Claudete Lobato esposa de Rodolfo que esteve como acompanhante, ao chegar no Hospital de Barretos, Rodolfo foi dado como desenganado pelos médicos, no entanto Claudete insistiu com o tratamento e hoje o resultado foi surpreendente. “Voltamos em outubro para Macapá, vamos ficar indo de três em três meses fazer o controle e o meu esposo graças à Deus e ao Hospital está praticamente curado”, comemora.

Claudete diz que a construção da unidade de saúde em Macapá vai permitir o Estado fazer a prevenção e o controle, além disso irá desafogar a Unidade de Alta Complexidade em Oncologia (Unacon). “Só quem tem alguém com essa doença sabe o quanto sofremos. Só temos a agradecer a iniciativa do senador Capiberibe”, diz Claudete.

Capiberibe diz que a luta dele e da deputada Janete é sempre em favor das pessoas que mais precisam. “E vamos continuar. Além dessa emenda, também consegui, juntamente com a deputada Janete, mais de R$ 10 milhões para serem investidos na saúde de todo Estado”, ressaltou Capiberibe ao lembrar também dos recursos para a construção do Hospital Universitário.

 

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A presidenta da República, Dilma Rousseff, assinou na manhã desta sexta-feira (18), no Palácio do Planalto, decreto que regulamenta a Zona Franca Verde (ZFV) e atingirá as áreas de produção localizadas no Amapá (Macapá e Santana), Amazonas (Tabatinga), Rondônia (Guajará-Mirim) e Acre (Brasiléia). Serão beneficiados, especificamente, os produtos compostos por matérias-primas de origem regional, oriundas dos segmentos animal, vegetal e mineral.

“O Brasil pode ter zonas francas verdes porque garante que a Amazônia tenha um caminho de desenvolvimento sustentável” destacou Dilma no evento.

A Zona Franca Verde é um programa que tem o objetivo de promover o desenvolvimento sustentável a partir de sistemas de produção florestal, pesqueira e agropecuária ecologicamente saudável, justa e economicamente viável. Tudo isso aliado à proteção ambiental e ao manejo sustentável de unidades de conservação e terras indígenas. A expectativa é que a ZFV melhore a qualidade de vida da população, gerando emprego e renda, além de promover a conservação da natureza.

“O decreto assinado hoje pela presidenta Dilma vai na linha do Programa de Desenvolvimento Sustentável do Amapá (PDSA) que criei no Estado do Amapá e funcionou de 1995 a 2002 e que tinha como base a sustentabilidade e a biodiversidade. E a presidenta citou hoje o tucumã como matéria-prima para as indústrias, reforçando o conceito da biodiversidade”, destacou o senador Capiberibe, que estava acompanhado dos senadores Randolfe Rodrigues e Davi Alcolumbre.

Os senadores esperam que nas zonas privilegiadas pelo decreto da presidenta aconteça incentivos para girar a economia e benefícios para a população. Nessas áreas terão deduções do imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) e do Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços (ICMS). Os resultados principais dessa área de livre comércio são as melhorias na fiscalização de entrada e saída de mercadorias, o fortalecimento do setor comercial, a abertura de novas empresas e a geração de empregos.

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Foto: Assessoria do senador Randolfe Rodrigues

Quinta, 17 Dezembro 2015 12:06

Conselho de Ética

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O senador João Capiberibe participou na manhã desta quinta-feira (17) da reunião do Conselho de Ética e Decoro Parlamentar do Senado Federal. O Conselho decidiu por unanimidade arquivar denúncia contra o senador Randolfe Rodrigues (REDE-AP) apresentada há dois anos. Os membros consideraram que a denúncia é "manifestamente improcedente".

Outra decisão, foi a escolha do senador Ataídes Oliveira (PSDB-TO) como relator do processo que pede a perda de mandato do senador Delcídio do Amaral (PT-MS), preso na Operação Lava Jato. Nesse caso, o  senador Delcídio do Amaral (PT-MS) terá 10 dias úteis para apresentar defesa prévia e depois o relator terá cinco dias úteis para apresentar parecer. Os prazos serão suspensos durante o recesso.

Foto: Reinaldo Ferrigno

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