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Itens filtrados por data: Julho 2014 - João Capiberibe
Sexta, 29 Agosto 2014 15:30

Senador Capi entrega kits do Propesca

No município de Calçoene, o senador João Capiberibe acompanhou a entrega, pelo Governo do Estado, de 40 kits do Programa de Fortalecimento para o Desenvolvimento Sustentável da Pesca e Aquicultura no Estado (Propesca), à Colônia de Pescadores Z-9. O Propesca objetiva fomentar a atividade pesqueira, já que os recursos não são reembolsáveis, uma política que incentiva o pescador desenvolver a atividade, que é a pesca familiar e sustentável. Cada kit é composto por batelão (embarcação de pequeno porte), motor rabeta, cuba térmica e malhadeira, no valor médio de R$ 3 mil. Ao todo, os quarenta kits totalizam um valor de R$ 127 mil.
 
 
 
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A remuneração dos trabalhadores do Amapá é uma das mais altas do Brasil, com salário médio de R$ 2,6 mil, ficando abaixo apenas do Distrito Federal e do Rio de Janeiro, e acima da média nacional, que é de pouco mais de R$ 2,2 mil. Os números são referentes a dezembro de 2013, da Relação Anual de Informações Sociais (Rais), elaborada pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), e divulgados essa semana.

Leia na íntegra matéria da Agência Amapá:

A coleta das informações encerrou em março deste ano. A Rais é um instrumento que serve para suprir às necessidades de controle da atividade trabalhista no País, além de fornecer dados para a elaboração de estatísticas do trabalho às entidades governamentais.

As informações mostram dados importantes e traçam as características sociais do emprego formal em todo o Brasil. Os números do Amapá apontam que as mulheres ganham salário maior que os homens.

Essa diferença se mantém desde a divulgação da Rais de dezembro de 2012. No entanto, o percentual da variação relativa de aumento salarial ocorre no gênero masculino, que cresceu 0,72 pontos percentuais nesse período, em 2013, contra 0,421 p.p em relação às mulheres.

No ranking da remuneração média por gênero, o Amapá fica atrás somente do Distrito Federal.

Números do emprego formal

O número de empregos formais no Amapá alcançou 126,7 mil contratações em dezembro de 2013, o que representa um crescimento de 3,07% em relação ao estoque de empregos em relação a dezembro de 2012. Esse total corresponde ao aumento de 3,8 mil postos de trabalho em relação ao mesmo mês do ano anterior, segundo a Rais.

De acordo os dados coletados, o comércio foi o setor que mais gerou empregos formais em dezembro de 2013, no total de 1.632 vagas em relação ao mesmo mês do ano anterior. Porém, foi na construção civil que houve o maior percentual na variação relativa das contratações: 14,99%, com saldo de 954 empregos gerados nesse mesmo período.

O setor de serviços também cresceu em dezembro de 2013 em relação ao mesmo mês do ano anterior, e gerou 1.261 novos postos de trabalho. Na administração pública, houve retração em dezembro de 2013, com 364 demissões.

Para o secretário da Secretaria de Estado do Planejamento, José Ramalho de Oliveira, esse número representa os cortes ocorridos na administração pública, seguindo exigência do Ministério Público Estadual, que obrigou o desligamento de mais de 600 servidores da Unidade Descentralizadora de Execução (UDE), subordinada à Secretaria de Estado da Educação. "A Justiça determinou o desligamento dos servidores, porque a legislação define que as funções que ocupavam só podiam ser preenchidas mediante de concurso público", justificou.

De acordo com a Rais, a faixa etária mais absorvida pelo mercado de trabalho está entre a população de 40 a 49 anos, com saldo de pouco mais de 1,5 mil contratações, seguido pelas pessoas com idade entre 30 e 39 anos, com 1.076 contratos de trabalho formal. E o setor com a maior remuneração em dezembro de 2013 foi nas indústrias de produtos alimentícios, bebidas e álcool etílico, com média salarial de R$ 4.874,98. Isso corresponde a uma variação de 2,84% se comparado a dezembro de 2012

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Sexta, 29 Agosto 2014 15:02

Nova orla para Mazagão

Durante a cerimônia de entrega do novo ponto turístico, o senador  João Capiberibe (PSB-AP) disse que o governo vem investindo no município. "O governo executa obras importantes de grande impacto nessa região e a orla é um exemplo, além de 100% de água tratada nas torneiras da população e ainda a ponte do Rio Matapi. O Poder Executivo respeita e quer ver o desenvolvimento de Mazagão", sublinhou. Leia na íntegra matéria da Agência Amapá:
 
 
 
 
 
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No próximo dia 3 de setembro, a Comissão de Direitos Humanos do Senado irá tratar da escalada da violência contra ativistas de movimentos sociais de caráter socioambiental, relacionada à exploração ilegal de madeira na Região Amazônica. A audiência pública foi requerida pelo senador João Capiberibe (PSB-AP) após a investigação conduzida pelo Greenpeace Brasil, noticiada recentemente.

Foram convidados o ministro de Justiça, Eduardo Cardozo; a ministra de Direitos Humanos, Ideli Salvati; a ministra do Meio Ambiente, Izabela Teixeira; Claudelice Silva dos Santos, irmã do extrativista José Claudio Ribeiro, assassinado junto com sua esposa, Maria do Espírito Santo; o representante da Associação dos Produtores Agroextrativistas da Assembleia de Deus do Rio Ituxi - APADRITI, Antônio Vasconcelos; a representante da Pastoral da Terra, Maria Darlene Brega Martins; e o representante do Greenpeace Marcio Astrini.

Saiba mais:

O Brasil se consolidou em 2014 como o país mais perigoso para a defesa do direito à terra e ao meio ambiente, com cerca de 50% das mortes no planeta. No Brasil a violência no campo concentra-se na abertura de novas fronteiras , especialmente na Amazônia. Lá, o número de famílias expulsas cresceu 11% e o de despejadas 76%.

O assassinato de líderes de movimentos sociais é uma estratégia para a desconstrução de todo um ideal planejado em conjunto entre diversos atores da florestas, causando muito medo às populações tradicionais e, por consequência, o silencia, já que esses assassinatos não são investigados a contento e não há punição aos mandantes. Por isso, também, é necessário avaliar as condições do Programa de Proteção à Testemunha do Governo Federal.

Mesmo com denúncias sendo feitas sistematicamente junto aos Ministérios Públicos e a Secretaria Nacional de Direitos Humanos, os inquéritos não avançam e as mortes continuas.

Com base nesse quadro, a Comissão de Direitos Humanos vai promover audiência pública para ouvir familiares de vítimas e cobrar de autoridades ações que busquem frear essa brutal realidade.

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Entusiasta da aproximação de Marina Silva ao PSB desde o primeiro momento, o senador João Capiberibe (PSB-Amapá), membro da executiva nacional do partido,  se coloca como porta voz da Amazônia durante o processo de campanha, agora à presidência, da candidata.

Para o senador, a candidatura de Marina representa um novo, e há muito esperado, modelo de desenvolvimento em sintonia com a diversidade da Amazônia:

“Marina presidente representa verdadeiramente a possibilidade de reduzir a assimetria entre Brasil Norte e Brasil Sul. É uma esperança para o povo brasileiro da Amazônia, que necessita de um olhar moderno e embasado na sustentabilidade, que respeite e entenda  a diversidade ambiental, cultural e social, muito peculiar desta região. Com Marina será possível definitivamente migrar da tradicional política voltada para a Amazônia para um novo modelo”, defendeu o senador.

Tendo mais quatro anos de mandato como senador, logo não sendo candidato a nenhum pleito em 2014, Capiberibe, autor do premiado PDSA - Programa de Desenvolvimento Sustentável do Amapá, implementado quando governador em 1995, sempre teve  Marina como  aliada incondicional  na defesa um novo modelo de desenvolvimento para a Amazônia.

 

Análise visionária

Em e abril de 2013, seis meses antes de a instância executiva lançar Marina Silva como vice,  João Capiberibe  já defendia uma composição entre Campos e  Marina como única forma do cotado candidato à presidência pelo PSB se contrapor com peso  à reeleição de Dilma Rousseff. A análise eleitoral do senador fica clara em matéria do jornal Valor Econômico (12/4/2013).

 Leia abaixo a matéria:

 

Capiberibe cobra mais consistência da candidatura do PSB

 Por Cristian Klein e Luciano Máximo | São Paulo

Um dos quatro Senadores do PSB, partido do presidenciável Eduardo Campos, o ex-governador do Amapá João Capiberibe não compartilha do otimismo que mostram os correligionários defensores da candidatura própria ao Planalto em 2014. Capiberibe afirma que será muito difícil Campos se contrapor à reeleição da presidente Dilma Rousseff, se não acontecer uma "hecatombe". Para o Senador, a melhor saída seria uma composição com a ex-ministra do Meio Ambiente Marina Silva, que tenta criar o partido Rede Sustentabilidade para também concorrer à Presidência.
"Como o governo da Dilma está indo tão bem, é um governo tão bem avaliado, para você se contrapor a isto tem que ter uma ideia muito consistente", disse ao Valor PRO, serviço em tempo real do Valor.
Capiberibe afirma que apenas o discurso da modernização do Estado, marca de Eduardo Campos, não será suficiente para galvanizar apoio no eleitorado. O ideal para o PSB, em sua opinião, é que se busque uma aliança com Marina Silva. O Senador entende que a candidatura própria ainda não é irreversível. "Se mantiver esse nível de emprego, de renda, a inflação sob controle, a presidente vai continuar gozando altos índices de popularidade e isso numa eleição é muito difícil de desmontar. No ano eleitoral, não desmonta mais", afirma.
Capiberibe diz que sua opinião não é tão minoritária no partido e lembra que "havia uma expectativa, ou ainda há, em alguns setores, de uma aproximação entre o Eduardo e a Marina". "É um desejo. Até porque se uma guinada política aproximasse os dois aí daria uma candidatura mais sólida, com mais consistência, com programa mais claro. Marina tem um viés fortemente pelo desenvolvimento sustentável, uma preocupação ambiental. Eduardo trabalha mais a modernização do Estado, a republicanização dos orçamentos públicos. Se houvesse ponto de encontro e convergência, tenho impressão de que ficaria muito mais forte [a candidatura]", afirmou.
Há dois meses, Campos sinalizou que gostaria de compor com Marina Silva e deu demonstrações de apoio à fundação de seu partido. A ex-ministra, porém, tem evitado a aproximação ao justificar que os dois têm projetos diferentes.
Mesmo assim, Capiberibe afirma que a união ainda pode ser concretizada. "O meu desejo é que houvesse uma consistência, uma unidade, uma discussão mais ampla", diz o Senador. Ele conta que o PSB ainda não realizou qualquer reunião oficial sobre a candidatura presidencial e que o debate com os seis governadores do partido ainda deverá acontecer, "para costurar e ver como fica". Seu filho, Camilo Capiberibe, é um destes governadores e tem uma aliança com o PT, que pode ser rompida caso o PSB lance Eduardo Campos.
O Senador lembra que nem sempre a decisão nacional prevalece sobre a política local. E acredita que possa haver um palanque à reeleição de Camilo que receba tanto Dilma Rousseff quanto Eduardo Campos. "Foi o que aconteceu comigo em 1994. Quando Lula, com quem estávamos aliados na candidatura presidencial, foi ao Estado, levei toda a base de militantes para nosso palanque. Quando veio o Brizola, fui sozinho, mas também subi no palanque dele", conta.

 

Elo

Nos meados dos anos 80, João Capiberibe trabalhou na Secretaria de Agricultura do Estado do Acre, organizando as sociedades agrícolas no Vale do Juruá.  Durante seu mandato como prefeito de Macapá, iniciado em 1989, se aproximou de Jorge Viana, então candidato a governador do Acre pelo PT.  Jorge foi o primeiro candidato do PT a disputar o segundo turno de uma eleição estadual no Brasil. Foi derrotado, mas se credenciou para conquistar em 1992 a prefeitura do Rio Branco.

 Foi nessa época que Capiberibe conheceu Marina Silva, a vereadora mais votada de Rio Branco.   Apesar da derrota de Jorge, Marina se elegeu deputada estadual, com expressiva votação.

 Marina concorreu ao Senado e foi eleita senadora, aos 36 anos, tendo sido reeleita no pleito de 2002.   Capiberibe mantém um saudável relacionamento com a Marina e os irmãos Viana, na luta para reerguer o Acre.

 Ao assumir o governo do Amapá em 1994, com o apoio do seu partido, o PSB, implantou o PDSA - Programa de Desenvolvimento Sustentável do Amapá, um novo modelo de desenvolvimento para a Amazônia. O programa valeu vários prêmios internacionais ao Governo do Amapá.  O PDSA é a única estratégia para a preservação do meio ambiente, da equidade social e consequentemente a proteção da biodiversidade.

 Ao ser eleito governador, Jorge Viana, também implantou no Acre um programa de desenvolvimento sustentável, chamando-o de Florestania.  Esse relato mostra o forte elo ideológico que une Capi, Jorge e Marina, defensores do desenvolvimento sustentável.

 Na noite de cinco de outubro, pelas redes sociais, Capiberibe manifestou, em nome do PSB do Amapá, que preside,  a alegria e os votos de boas vindas à ex-senadora Marina Silva ao partido, principalmente por que ela decidirá apoiar a pré-candidatura a presidente de Eduardo Campos, governador de Pernambuco e presidente nacional do PSB com o objetivo de sepultar a Velha República e iniciar uma nova era política no país.

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Sexta, 22 Agosto 2014 14:39

Não iremos desistir, Eduardo!

Os últimos meses são de muita dor para o Partido Socialista Brasileiro. Primeiro perdemos o nosso presidente de honra Ariano Suassuna e agora, o presidente, Eduardo Campos.

Perdemos dois entes que se amavam. Para Eduardo, Ariano era mais um avô e para Ariano, Eduardo era mais um neto.

Ao receber a notícia da tragédia que matou Eduardo, o passado tomou conta da minha mente.

Lembrei-me imediatamente do retorno do exílio, quando tentei retomar a vida no Amapá, mas não consegui por causa da perseguição dos representantes da ditadura, ainda atuantes, no então território.

Fui obrigado a me exilar em meu próprio país. Fomos para Pernambuco: minha mulher Janete e nossos três filhos.

Lá, fui acolhido por Miguel Arraes e sua família. Por dois anos, trabalhei numa ONG sob a sua liderança. Em março de 1990, já no PSB, no qual ingressei em sua refundação em 1987, fui um dos que recepcionaram a volta de Arraes ao partido.

Ainda é difícil, uma semana depois da tragédia, encontrar as palavras. 

Durante 35 anos acompanhei o crescimento do menino Eduardo, o qual, já adolescente demonstrava que iria seguir as pegadas do avô.  

Adulto, Eduardo se transformou em um político que não esmorecia. 

Um líder autêntico, que marcou a política de Pernambuco e do Brasil nesta década na busca por mais justiça, liberdade e igualdade para os brasileiros. 

Foi, sem dúvida, uma figura política do novo tempo, modelo para todos  aqueles que lutam por um Brasil mais justo. 

Um dos exemplos deixados por Eduardo, talvez a sua maior marca, era manter a serenidade e a honradez, mesmo nos momentos de acirradas adversidades, mas sempre com bom humor. 

Nestes 35 anos de relacionamento pessoal e político com Eduardo, falecido coincidentemente em um mesmo dia 13 de agosto como o avô, ele demonstrava que sequenciava a obra de Arraes de forma moderna. 

O avô criou o programa Chapéu de Palha, que se tornou uma marca de sua trajetória pessoal e política. Eduardo modernizou e renovou o programa dentro das exigências do novo tempo. 

Assim como Arraes, Eduardo trouxe novamente Pernambuco ao centro do cenário econômico e político. 

Com o avô aprendeu a fazer articulação política, gestão pública e a seduzir quem dele se aproximasse. Como Arraes, Eduardo era um sedutor. 

Eduardo estava empenhado no desafio de vencer a eleição presidencial, desejo que o avô, Arraes, teve colhido pelo Golpe Civil-Militar de 1964, que o obrigou a viver 15 anos no exílio. 

Eduardo pregava ao Brasil, principalmente, às novas gerações, que há formas originais e não viciadas de fazer política. E que, em uma sociedade democrática, sem fazer política não há mudança consistente possível. 

Eduardo vinha repisando que ele e Marina eram os únicos que mandariam a velha política para a oposição, que está encastelada no poder central desde o início da redemocratização. 

Mas, Dudu, como era chamado pelo avô e por nós, tinha uma face não tão conhecida: o compromisso com a transparência, a modernização administrativa, a ciência e a tecnologia. 

Eduardo consolidou um dos principais pólos de desenvolvimento de softwares do país, dando continuidade a um programa de seu antecessor Jarbas Vasconcelos, cujo candidato ele derrotou em 2006. 

A consequência desse compromisso aparece na forma dos indicadores econômicos de Pernambuco, superiores à média nacional. 

O que explica sua reeleição ao Governo de Pernambuco com 80% dos votos e a enorme aprovação de quase 90% ao deixar o governo em abril passado. 

A identificação com o desenvolvimento tecnológico já tinha levado o nosso partido a ocupar o Ministério da Ciência e Tecnologia nos governos Lula, com Roberto Amaral, o próprio Eduardo e Sérgio Rezende. 

O primeiro Portal da Transparência criado no governo federal fruto de uma lei de minha autoria, foi implantado no ministério por Roberto Amaral e aperfeiçoado na gestão de Eduardo. 

Eduardo, governador, inseriu a transparência em sua administração e acompanhava a aplicação dos recursos e as obras do Estado de seu gabinete, o que foi reproduzido por vários governadores e prefeitos de capitais. 

Ele criou ainda o programa “Professor Conectado”, uma ferramenta tecnológica para melhorar a qualidade do ensino público, tão exitoso que outros governos do PSB desfraldaram a bandeira, como o Amapá. 

Por essa e por muitas outras, Eduardo Campos, o nosso Dudu, como disse um poeta nicaraguense, é dos mortos que nunca morrem. E que, mesmo ausente, continuará influenciando nos destinos do Brasil. 

Como firmei na nota de pesar, imediatamente após receber a notícia da morte de Eduardo, tomando como um mantra uma de suas últimas frases em vida, dita na entrevista ao Jornal Nacional: 

“Não vamos desistir do Brasil, é aqui que vamos criar nossos filhos”.

 

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Quinta, 21 Agosto 2014 16:34

Capi e o desenvolvimento da Amazônia

Estará disponível, na próxima semana, no escritório do mandato no Amapá o livreto sobre parte dos trabalhos realizados pela Comissão de Desenvolvimento Regional e Turismo do Senado Federal, a qual João Capiberibe integra como suplente.

A publicação trata do desenvolvimento regional na Amazônia e dos impactos da mineração em nossa região.

Se você gosta de acompanhar o mandato do senador Capi, entre em contato e garanta o seu: (96) 3251-5696

desenvolvimeto amazonia

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Quinta, 21 Agosto 2014 16:08

PSB confirma candidatura de Marina e Beto

A Executiva Nacional do Partido Socialista Brasileiro (PSB) confirmou a candidatura de Marina Silva à Presidência da República, tendo o deputado Beto Albuquerque como seu candidato a vice. O parlamentar socialista abriu mão de sua candidatura ao Senado, no Rio Grande do Sul, para caminhar ao lado da ex-senadora na reconstrução do projeto presidencial da legenda. A decisão foi tomada pela unanimidade dos 35 votos da instância partidária durante reunião em Brasília, na quarta-feira (20), e será apresentada aos demais partidos da Coligação Unidos pelo Brasil durante encontro marcado para esta quinta-feira (21). Ainda consternados pela morte prematura de Eduardo Campos, dirigentes do PSB afirmaram que a escolha de Marina mantém a coerência do projeto presidencial, homenageia o legado do ex-governador e mantém unido o partido.

Leia na íntegra matéria do site do PSB Nacional:

“A tragédia fez com que tivéssemos que alterar a chapa, mas tivemos a imensa sorte de tê-la como substituta”, afirmou o presidente Nacional do PSB, Roberto Amaral. “Você e Beto, junto com nossos militantes, levarão a termo essa tarefa. Estamos substituindo a tristeza da perda pela alegria de estarmos com vocês. Toda a nossa militância está feliz”, acrescentou. Segundo Amaral, a expectativa é que a nova candidatura seja registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) assim que for concluída a consulta aos demais partidos da aliança, o que pode ocorrer ainda nessa quinta-feira, ou até o dia 22/08 (sexta-feira). Em homenagem a Eduardo Campos e sua família, o primeiro ato da campanha de Marina e Beto terá como palco o Recife, no próximo sábado (23).

Após mais de duas horas de conversa, a Executiva Nacional do PSB demonstrou unidade em torno da decisão e renovou a confiança em uma campanha propositiva, transparente e vencedora. Marina e Beto foram recebidos calorosamente pelos 35 integrantes da instância partidária, que os aplaudiram e homenagearam com a palavra de ordem “Eduardo presente, Marina presidente”. Na sua primeira manifestação como candidato, Beto Albuquerque lembrou premissa do ex-governador de Pernambuco, que defendia que nada deveria ser feito pela metade. “Vamos dar a volta por cima e honrar o legado de Eduardo. Minha tarefa é estar a seu lado”, afirmou. “Nós temos 46 dias para trabalhar. Quem quiser olhar pelo retrovisor que olhe, nós vamos olhar pelo parabrisas”.

Visivelmente emocionada, Marina Silva agradeceu ao PSB a confirmação de seu nome e reafirmou seu compromisso com as responsabilidades assumidas por seu ex-companheiro de chapa. Ela leu uma carta dirigida aos socialistas e comparou aquela reunião ao dia em que foi acolhida pelo partido, em outubro passado, quando teve negado o registro da Rede Sustentabilidade pelo TSE. “Aqueles que me acolheram, buscam agora o meu acolhimento”, comentou. A candidata socialista homenageou Eduardo e qualificou suas exéquias como uma resposta da sociedade contrariando a percepção de repulsa aos politicos e à política. “O que nós vimos foi uma demonstração de amor e respeito por um politico, o lamento profundo pela perda de um líder”, afirmou. “Sem Eduardo, temos hoje o que sempre nos uniu: consciência de onde queremos chegar juntos. Tudo aquilo que fizemos juntos é o que faremos juntos daqui para frente".

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Do MZ Portal  -  Numa cerimônia cercada de emoção, militantes do Partido Socialista Brasileiro (PSB) e pessoas sem afinidade com a política, mas que conheciam o trabalho e a trajetória do ex-governador de Pernambuco, Eduardo Campos, participaram na noite desta quinta-feira, 14, de um culto ecumênico, feito em homenagem ao político que morreu nesta quarta-feira, 13, vítima de um acidente aéreo.

 O presidente do PSB/Amapá, o senador João Alberto Capiberibe, que tinha uma relação de amizade com a família de Eduardo Campos, principalmente o avô, Miguel Arraes, com quem trabalhou ao retornar do exílio, se emocionou ao falar do companheiro de partido. "Solidarizo-me com a família, que é um pouco minha também, pois acolheu a mim e aos meus quando retornamos do exílio", lembrou o senador afirmando que o Brasil perdeu um grande líder.

Camilo Capiberibe lembrou duas ocasiões que Eduardo Campos esteve no Amapá. A primeira em 2008 e a última em 2010. "O sentimento é de desamparo político. Eduardo deixa um legado de esperança. Como ele mesmo disse em sua última entrevista, não vamos desistir do Brasil, porque é aqui que vamos criar nossos filhos. O país perdeu um líder, e nós do PSB, perdemos um grande companheiro, cuja história jamais será esquecida.

O culto ecumênico ocorreu na sede do PSB, no bairro do Laguinho e contou com a participação de um representante da igreja Católica, do Candomblé e da igreja Evangélica. Camilo 40 viaja neste sábado, 16, para Pernambuco para prestar as últimas homenagens ao presidente nacional do Partido Socialista Brasileiro.

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Quarta, 13 Agosto 2014 14:38

Adeus, Eduardo

 
Recebi com imenso pesar a notícia da tragédia que vitimou o companheiro Eduardo Campos. Solidarizo-me com a família, que é um pouco minha também, pois acolheu a mim e aos meus quando retornamos do exílio.

Fica difícil encontrar palavras neste terrível momento de dor. 

Eduardo era um jovem político que não esmorecia. Um líder autêntico, que marcou a política de Pernambuco e do B
rasil nesta década na busca por mais justiça, liberdade e igualdade para os brasileiros.
Foi, sem dúvida, uma figura política do novo tempo, modelo para todos que lutam por um Brasil  mais justo.
Fiquemos com um dos exemplos deixados por Eduardo e que era uma de suas maiores marcas: manter a serenidade e a honradez mesmo nos momentos de acirradas adversidades.

E tomemos como mantra uma de suas últimas frases em vida: “não vamos desistir do Brasil, é aqui que vamos criar nossos filhos”.
 
João Capiberibe
Senador da República e presidente do PSB-Amapá
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